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quarta-feira, 26 de maio de 2010
Jornal A Notícia - 26 de maio de 2010. | N° 776
MÚSICA
Alfabeto do Dó Ré Mí
PROGRAMA MUNICIPAL BENEFICIA 430 CRIANÇAS, COM AULAS GRATUITAS DE CANTO, FLAUTA DOCE, PERCUSSÃO, TECLADO E VIOLÃO
Elas já aprenderam o á-bê-cê. Agora, desvendam as sete notas musicais. Além dos cadernos e dos livros de português e matemática, levam partituras na mochila. O nome desta disciplina é música. O título do Projeto é Cantando na Escola. Desenvolvido em Joinville, este programa beneficia 430 crianças, com aulas gratuitas de canto, flauta doce, percussão, teclado e violão.
A voz, o corpo e o caráter estão em desenvolvimento. Pensando nisso, a proposta é que, em um período, as crianças estudem as matérias convencionais e, no contraturno, as pequenas mãos movimentem-se conforme a música. As aulas ainda incluem relaxamento, aquecimento vocal, exercícios de respiração e dinâmicas de concentração.
Em julho, o projeto completará dez anos. Desde o início, a proposta é criar corais nas escolas da rede municipal de ensino, e isso é cumprido nas 13 instituições participantes. Outras quatro suspenderam as aulas temporariamente, pois os professores responsáveis estão de licença.
Entre as instituições participantes, está a Escola Lauro Carneiro de Loyola, no bairro Boehmerwaldt. Nela, a professora Línea Paiva de Oliveira conduz o coral e as aulas de flauta doce. O aluno Vítor Manoel Busarello Corrêa, de dez anos, gosta de participar das duas atividades. Em casa, estuda música uma hora por dia. Na escola, todas as segundas-feiras, o silêncio da biblioteca é substituído por vozes infantis e pela melodia do instrumento – um dos mais antigos, porém, é novidade para as crianças. Dedicadas, elas já aprenderam as notas sol, lá e si; mas este é apenas o início.
Engana-se quem pensa que é só brincadeira. Os pequenos músicos e cantores apresentam-se para os colegas e em eventos externos. Além disso, o Cantando na Escola tem nota bimestral, que avalia frequência, disciplina, desenvolvimento vocal, ritmo, memorização e expressão. E, acima de tudo, o objetivo é que os aprendizes interajam uns com os outros e se divirtam.
De acordo com a supervisora do programa, Ellen Dutra, o programa cresceu nos últimos anos. Um dos motivos é que os professores estão participando de cursos de formação. Para entrar no Projeto, foram escolhidos por uma equipe técnica da Secretaria Municipal de Educação. Este grupo avaliou o currículo, o desempenho e o interesse dos candidatos. Entre as habilidades necessárias, estão a formação musical e um bom relacionamento com os alunos. Afinal, cabe a eles estimular o aprendizado e o gosto pela música.
Para eles, os estudantes que desenvolvem alguma atividade musical, melhoram as notas nas outras disciplinas, como na matemática e no português. Isso também é percebido na Escola Municipal Professora Virgínia Soares, no Floresta. O local recebe diariamente 849 alunos, na faixa de seis aos 14 anos, do 1º ao 9º ano, distribuídos nos turnos matutino e vespertino. Todos têm acesso ao coral e às aulas de flauta doce e violão.
Os aprendizes precisam comprar os próprios instrumentos, mas, para eles, o esforço vale a pena. “Os pais não apenas compram o material, mas também acompanham o trabalho dos filhos e ajudam nas apresentações”, explica o professor César Marino Bona, 34 anos. Cada instituição possui datas, horários e disciplinas diferentes, conforme a disponibilidade e a habilidade dos professores. Alunos interessados em participar do Projeto podem se matricular nas secretarias das escolas municipais.


Alfabeto do Dó Ré Mí
PROGRAMA MUNICIPAL BENEFICIA 430 CRIANÇAS, COM AULAS GRATUITAS DE CANTO, FLAUTA DOCE, PERCUSSÃO, TECLADO E VIOLÃO
Elas já aprenderam o á-bê-cê. Agora, desvendam as sete notas musicais. Além dos cadernos e dos livros de português e matemática, levam partituras na mochila. O nome desta disciplina é música. O título do Projeto é Cantando na Escola. Desenvolvido em Joinville, este programa beneficia 430 crianças, com aulas gratuitas de canto, flauta doce, percussão, teclado e violão.
A voz, o corpo e o caráter estão em desenvolvimento. Pensando nisso, a proposta é que, em um período, as crianças estudem as matérias convencionais e, no contraturno, as pequenas mãos movimentem-se conforme a música. As aulas ainda incluem relaxamento, aquecimento vocal, exercícios de respiração e dinâmicas de concentração.
Em julho, o projeto completará dez anos. Desde o início, a proposta é criar corais nas escolas da rede municipal de ensino, e isso é cumprido nas 13 instituições participantes. Outras quatro suspenderam as aulas temporariamente, pois os professores responsáveis estão de licença.
Entre as instituições participantes, está a Escola Lauro Carneiro de Loyola, no bairro Boehmerwaldt. Nela, a professora Línea Paiva de Oliveira conduz o coral e as aulas de flauta doce. O aluno Vítor Manoel Busarello Corrêa, de dez anos, gosta de participar das duas atividades. Em casa, estuda música uma hora por dia. Na escola, todas as segundas-feiras, o silêncio da biblioteca é substituído por vozes infantis e pela melodia do instrumento – um dos mais antigos, porém, é novidade para as crianças. Dedicadas, elas já aprenderam as notas sol, lá e si; mas este é apenas o início.
Engana-se quem pensa que é só brincadeira. Os pequenos músicos e cantores apresentam-se para os colegas e em eventos externos. Além disso, o Cantando na Escola tem nota bimestral, que avalia frequência, disciplina, desenvolvimento vocal, ritmo, memorização e expressão. E, acima de tudo, o objetivo é que os aprendizes interajam uns com os outros e se divirtam.
De acordo com a supervisora do programa, Ellen Dutra, o programa cresceu nos últimos anos. Um dos motivos é que os professores estão participando de cursos de formação. Para entrar no Projeto, foram escolhidos por uma equipe técnica da Secretaria Municipal de Educação. Este grupo avaliou o currículo, o desempenho e o interesse dos candidatos. Entre as habilidades necessárias, estão a formação musical e um bom relacionamento com os alunos. Afinal, cabe a eles estimular o aprendizado e o gosto pela música.
Para eles, os estudantes que desenvolvem alguma atividade musical, melhoram as notas nas outras disciplinas, como na matemática e no português. Isso também é percebido na Escola Municipal Professora Virgínia Soares, no Floresta. O local recebe diariamente 849 alunos, na faixa de seis aos 14 anos, do 1º ao 9º ano, distribuídos nos turnos matutino e vespertino. Todos têm acesso ao coral e às aulas de flauta doce e violão.
Os aprendizes precisam comprar os próprios instrumentos, mas, para eles, o esforço vale a pena. “Os pais não apenas compram o material, mas também acompanham o trabalho dos filhos e ajudam nas apresentações”, explica o professor César Marino Bona, 34 anos. Cada instituição possui datas, horários e disciplinas diferentes, conforme a disponibilidade e a habilidade dos professores. Alunos interessados em participar do Projeto podem se matricular nas secretarias das escolas municipais.



domingo, 4 de abril de 2010
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